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Acústica e isolamento

Condicionamento interior e isolamento entre a sala e o resto da casa, tratados como duas decisões distintas.

O medo de gastar no que se vê e descobrir que o dinheiro devia ter ido para o que não se vê.

Isolamento é impedir que o som saia da sala. Condicionamento é fazer com que dentro dela o som se comporte. São duas obras diferentes, com materiais diferentes e custos diferentes, e confundi-las é o erro mais caro que se comete neste tipo de projeto.

≤ 0,35 s
Tempo de reverberação alvo, sala dedicada
2
Campanhas de medição, antes e depois
< 30 min
Distância à fábrica de tratamento acústico

Começamos por medir, não por comprar

Antes de qualquer decisão de material fazemos o levantamento de proporções, calculamos os modos próprios da sala e identificamos onde é que a pressão se acumula. Uma sala com boas proporções precisa de menos tratamento, e isso muda o orçamento antes de mudar o som.

Absorvente em cunha, atrás do pano acústico

A região de graves decide-se primeiro

Abaixo dos 200 Hz é onde vive quase todo o problema e quase todo o custo invisível. Armadilhas de graves, volume disponível e posicionamento de subgraves resolvem-se antes de escolher colunas, nunca depois.

Isolamento é estrutura, não é espuma

Parede dupla, dessolidarização, massa, porta acústica e controlo da transmissão por flanco. A porta igual à do resto da casa é o erro clássico: anula o investimento feito nas paredes e é sempre o último a ser orçamentado.

O que fazemos, em concreto

  • Levantamento de proporções, modos próprios e pontos de pressão
  • Controlo da região de graves antes da escolha final de colunas
  • Parede dupla, dessolidarização, porta acústica e transmissão por flanco
  • Objetivos de desempenho assumidos por escrito, não por adjetivos

Prefere falar?

Uma conversa de vinte minutos poupa três semanas de obra

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